
Ser professor é ter a consciência da real capacidade de modificar o ser humano tornando-o melhor. Mas como torná-lo melhor se muitas vezes não somos 'AQUILO' como seres humanos? Como melhorar a escola se estamos mais preocupados com nosso bem estar esquecendo do coletivo? Como conviver e se relacionar com o tão diferente?

2 Comments:
Nilva, acho que entendo o que queres dizer.
Passei neste, último mês, por situações incríveis. Eleiçao de diretores. Na verdade presenciei cairem as máscara de todos em minha escola.
A direção atual está na quarta gestão. E, apareceu uma chapa nova... foi um caos. quase se mataram. Apareceu cada FERA!!! Saiu tudo para fora... invejas, maldades, hipocresias, mentiras... se via os ódios caminhando pelos corredores.
Elas destruiam umas às outras...
Bem, eu fiquei alheia a tudo isto. Me mantive no meu canto, o laboratório, só assistindo de camarote.
Não escolhi nenhum dos lados e continuei me dando com todas. É claro que muitos me faziam cara feia, não aceitaram minha postura. Eu "tinha" que ficar de mal com um dos lados.
Fica tranqüila, seja tu mesmo, não podemos mudar aos outros só a nós mesmos... Não deixa que a energia negativa dos outros te atinja. Só "recebe" coisas boas que perceberes ao teu redor, o que não presta, elimina. Só tu pode fazer isto. Só tu podes te proteger. Se são hipócritas, eles é que são.... só vai te atingir se te aproximares deles...
Um grande abraço..
Oi, Nilva. Tenha liberdade de usar os textos que achar conveniente a tua oficina. Fico lisonjeado pelos teus comentários. Na verdade, uso muito a intuição e pouca teoria. Acho que a educação, na última década, avançou muito na teoria educacional, mas a prática continua repetitiva. Não que não tenhamos que utilizar o suprte teórico, mas que precisamos utilizar tb técnicas experimentais, isso temos... No projeto que desenvolvemos com a educação especial, tudo tem sido muito intuitivo. Convidei pessoas conhecidas pra atuarem de forma voluntária, e o retorno tem sido comovedor. Luize, é a monitora com alunos cego, e nos ensina a utilizar o software dos-vox (que o Pc fala a cada tecla digitada), e no início nós (eu e minha colega Janaína) é que éramos os "cegos". Se ela, tudo seria diferente ou nem teria iniciado com os alunos cegos, assim tb com os alunos surdos, em que um intérprete nos facilita o trabalho. Na turma integrada de 4ª série, a profª. precisou se ausentar um pouco e uma das alunas ouvintes que aprendeu a Libras nos serviu de intérprete, fizemos um "ditado" no quador, pra os alunos aprenderem a usar o teclado,e acabamos aprendendo junto alguns sinais. Essa troca é muito importante... Com alunos de altas habilidades, instalei jogos educacionais em 3D, e sabia o trivial, mas acabei aprendendo com eles as "manhas". Risos... Tenho mais aprendido do que ensinado... Breve vou colocar no blog fotos das atividades do NTE. Um abraço.
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